The fast and the furious - a caminho da cotice, sem travões
É inevitável e mais vale uma pessoa conformar-se: todos os anos há o tal dia, e há-de sempre chegar. E como o deste ano se aproxima a passos largos, fazendo uma aproximação à bruta e sem qualquer tipo de sensibilidade ou consideração, a ver se atalho a habitual depré sazonal (a outra ocorre por alturas do Natal) com um gesto de self indulgence de proporções verdadeiramente assombrosas.
PortantoS, a escolher a prendinha de me to myself. Uma coisinha que se veja, totalmente fútil e desnecessária, mas sem arrombar o subsídio de férias, que já está apalavrado.
E a escolha, a angústia da escolha...
Era mais em verde garrafa. Muito gira, mas ostensiva demais (o logo gravado dá um ar de mupi ambulante, hummm) Esta é que era mesmo perder a cabeça (e o amor ao dinheiro). Duvido que tivesse coragem. Mas ao menos é menos publicitária que a CH.




3 a explicar:
bom, a nossa prenda para nós nunca é algo que é «preciso», certooo??. por essa ordem de ideia tb nao precisas das malas e dos oculos de sol.
Eu, apesar da lindeza dos ténis - que namoro amiude ali na rua do Norte -, ia nos jackie ooh. AS malas não aprecio muito.
Definitivamente as sapatilhas! Tive uns asics tiger em mil-novecentos-e-oitenta-e-poucos, azul noite com as riscas brancas, lindos e altamente fashion para a altura. Destrui-os a jogar à bola na preparatória e depois disso só voltei a ter sapatilhas de marca no liceu.
IB: eu aprecio muito malas, não aprecio é o preço. tinha vergonha de dar mais que um salário mínimo por uma...
os ténis são liiiiiindos. eu sabia que tu compreendias ;)
Piloto: pois eu queria era em azul, zulinho. Tenho ténis que só visto, mas em 'zul ainda me falta. Se bem que os 'marelinhos, iguais à Uma no Kill Bill... na altura bem me fartei de os procurar ;)
Enviar um comentário