Mantra diário
Mais vale uma iminência parva que uma eminência parda.
Mais vale uma iminência parva que uma eminência parda.
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à roda das
9:35
3
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9:13
2
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Arquivado em: Antidepressivos
Uma cabeleireira acabou de alterar por completo o meu paradigma capilar.
(ainda não sei bem se isto é bom ou não. aguardemos a primeira lavagem em casa, pá)
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à roda das
16:17
4
a explicar
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à roda das
13:31
2
a explicar
Arquivado em: Freud Explica
E, segundo se anuncia na Amazon (que me conhece muito bem e me mandou a recomendação):
"The full book advance and all royalties will go to the UK HIV charity Terrence Higgins Trust"
Uma boa compra e uma boa acção. Tomaide, quem pensa que os ateus são um bando de hedonistas sem sentimentos.
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I.
à roda das
15:02
3
a explicar
Arquivado em: Psicoterapias
Tinham direito a dois dias de folga por mês, sem necessidade de justificação;
O IVA sobre os pensos e tampões era de 5%, e a respectiva despesa podia ser deduzida no IRS;
A TPM dava direito a atestado médico;
Os analgésicos eram de borla;
Bocas no local de trabalho sobre o temperamento "naqueles dias" implicavam despedimento com justa causa.
E se os homens tivessem filhos, cruzes, se os homens tivessem filhos...
nem vou por aí, que não tenho tempo.
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I.
à roda das
13:28
7
a explicar
Arquivado em: neuroses
Ver gente inteligente, bem formada e informada, a perder toda a objectividade e sentido crítico quando a discussão versa sobre política e/ou futebol.
(a lealdade é uma coisa muito bonita, mas usar palas nos olhos é coisa própria para burros)
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I.
à roda das
9:18
5
a explicar
Arquivado em: Histerismos, Sociopatias
De pratos cujo nome leva mais tempo a dizer que a comer.
(e se tiverem uma redução, ao menos que seja no preço)
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I.
à roda das
16:50
6
a explicar
Arquivado em: neuroses
Para mim há só dois tipos de metal*: o que me dá dores de cabeça, e o que não me dá dores de cabeça.
Este pertence ao último grupo.
(não é para todos os dias, mas é uma maravilha)
*esta classificação visa evitar a exposição da minha ignorância sobre os tipos de metal. por isso, poupem-me. que eu até sei (ou acho que sei) que moonspell anda ali pelo goth metal. acertei? be gentle.
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I.
à roda das
16:44
6
a explicar
Arquivado em: Ansiolíticos
Imagino a reacção da pobre alma que aqui se vem maçar ocasionalmente: “Quê, ainda há mais?”. Ui. Tantas. Faça é o favor de agradecer à dignidade que ainda me resta o facto de não revelar as piores. As mesmo, mesmo embaraçosas.
Mas esta, suspeito, é capaz de ser bem sumarenta, e susceptível de me colar o rótulo da hiper-super-mega totó.
Cá vai: não estou no feicebuque. Yep. Nem no hi5 ou, existindo outras redes sociais que desconheça (não era de admirar, ninguém me conta nada), também não ando lá.
A verdade, verdadinha, é que sou uma inapta social. Gosto de passar despercebida. Ou habituei-me, que vai dar ao mesmo. É uma estratégia de sobrevivência como outra qualquer, e é bem melhor que meter o nariz de fora e fazer uma triste figura. Acontece-me mais do que gostaria de admitir.
Admito que, como valente cusca, aquilo me suscita enorme curiosidade. Posso ser a Miss Pata na Poça, a menina que hiperventila no meio de um acontecimento social (ou muita gente junta, whatever happens first), mas adoro observar os fascinantes elementos da espécie humana nas suas interessantes vidas. Mas faço-o ao estilo Richard Attenborough: escondidinha numa moita, sem interferir, e caladinha, ainda que o sacana do crocodilo se prepare para abocanhar a querida corça bebé. Que se abro a boca, o mais provável é ir a corça, eu, e ainda passar a vergonha de sair uma fotografia minha no jornal, nua e esventrada, com o título “Parvalhona do século”.
Sim, já lá fui e fiquei longos minutos a olhar para o cursor a piscar nas caixinhas da inscrição. Ponha o seu nome aqui? Livra. É que eu, repito, gosto de passar despercebida, e se googlar o meu nome (vá, já toda a gente experimentou) só aparece gente homónima, e eu népia. E gosto disso. Gosto de ser a anónima que ninguém sabe quem é, e que se limita a postar umas baboseiras. Quem sabe, sou eu a doida varrida sentada ao vosso lado, no metro. Acho que é preferível ninguém saber. A vida é tão chata sem surpresas (e se não quiserem uma surpresa, não me tussam para cima. agradecida.).
Depois, não conheço assim tanta gente. E ainda menos gente com quem tenha perdido o contacto e que agora queira encontrar. Chiça, havia de ser bonito, antigos colegas de escola ou faculdade a reconhecerem-me as fuças e a mandar bocas. Obrigada, a bucha caixa d’óculos passada dos carretos ‘tá bem e recomenda-se. Tens nada a ver com isso. Se eu quisesse ter mantido o contacto com este pessoal, tinha mantido. Eu não perco moradas ou números de telefone com facilidade. Se foram parar ao lixo, alguém lá os pôs.
Finalmente, a vergonhaça: o meu perfil e, como amigos, só meia dúzia de pessoas mal informadas, ou personagens fictícias. Cá vai lição de vida e de borla: quem não se põe a jeito não leva chutos no traseiro. Havia de ser bonito, eu a sujeitar-me a enviar pedidos de amizade. Se a rejeição fosse uma coisa que apreciasse, tinha uma lá em casa. Obrigado, mas dispenso. E até nem levo a mal. Eu também rejeitava um pedido de amizade meu.
Se alguém tem algum comentário a fazer, nomeadamente recomendando as virtudes do feicebuque, força. Avance.
Desde já advirto que dificilmente me convertem, que a fobia social não se cura com recomendações.
E se alguma coisa resultasse, decerto o senhor doutor já me tinha receitado.
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I.
à roda das
16:24
8
a explicar
Arquivado em: neuroses
Nunca vi (nem tive ou tenho curiosidade em ver) o Dirty Dancing ou o Top Gun (só bocaditos).
Só vi o Oficial e Cavalheiro com mais de vinte (saiu era eu pré adolescente) e achei o filme execrável e ultra machista.
O 9 Semanas e Meia aborreceu-me de morte, e preferia comer uma taça de vidro moído a ser tocada pelo Mickey Rourke (com a cara de então).
Nunca vi mais que uns pedacitos da Anatomia de Grey, e não percebo porque há tanta gente a gostar daquilo.
O Friends nunca me arrancou uma gargalhada ou sequer um sorriso.
Achei as últimas séries do Sexo e a Cidade de uma frivolidade e tontice aterradora (no mau sentido, que também há o bom), e o filme, então, cruzes canhoto.
Não uso stilettos (vidro moído, again), e acho que a maioria dos Manolo Blahnik e Louboutin parecem sapatos de striper.
Tirando as Gémeas e as Quatro Torres, achava e acho a maioria da literatura feminina uma pessegada.
Em contrapartida,
Sei de cor muitos trechos dos filmes do Indiana Jones, Guerra das Estrelas ou Regresso ao Futuro, sem esquecer A Vida de Brian ou o Nightmare Before Christmas.
O meu personagem masculino fetiche oscilava (ou oscila… hum.) entre o Indiana Jones e Han Solo.
Sou fanática seguidora do CSI (Las Vegas, claro), Lei e Ordem (original e spin offs) e toda e qualquer série policial bem feitinha (o que exclui o Rex, o Cão Polícia, versão portuguesa).
As minhas maiores referências (e reverências) em termos de humor vão para os Monty Python (a divindade), Woody Allen (idem aspas), Ricky Gervais (a caminhar para), Seinfeld (já lá está) e Tina Fey (é só mais um bocadinho).
A última série com que delirei foi a Galáctica (nova versão).
Li o Sandokan e O Capitão Tormenta do Salgari (e teria lido mais se a editora Romano Torres não tivesse desaparecido); e ainda hoje deliro com literatura e BD de aventuras ou fantástica.
Mais facilmente perdia a cabeça e gastava o ordenado numa peça de memorabilia (ou uma tela original) que nuns stilettos ou peça de roupa de griffe. Ou ténis. Muitos ténis.
Sei de cor várias tirinhas da Mafalda, algumas do Calvin & Hobbes, e muita trivia inútil sobre o Tintim.
Feita esta pequena resenha, percebe-se lindamente a minha dificuldade em fazer amizades dentro do meu género. (sim, sou menina, caso alguém ainda duvide).
Mas vingo-me: não as levo a dar uma voltinha na minha nave (nhã nhã nhã).
(ainda fundo um grupo de apoio. eu e dezenas de cadeiras vazias)
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I.
à roda das
18:40
17
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Arquivado em: neuroses
Ou, se calhar, o que acabou foi a vontade de ter ideias. É que, ao contrário do que muita gente pensa, essa coisa de fazer humor dá uma trabalheira danada.
Claro que falo do pugrama que mais valia chamar-se "Diz que é uma espécie de Daily Show". Com pequenas, minúsculas diferenças: não é Jon Stewart quem quer, e não temos uma equipa imbatível de argumentistas a trabalhar. O que se nota.
E inspirar-se no Daily Show não teria mal nenhum, agora colar de tal modo que até os correspondentes apresentavam tiques dos correspondentes do primeiro (a piada mandada ao Tiago Dores sobre se estava embriagado já foi feita no Daily Show, o Quintela tentou ser uma mistura entre o Lewis Black e o Oliver), significa fracasso, ao menos para quem seja fã (eu, eu, eu!) do noticiário da Comedy Central.
Cheira a preguiça, e da grande. Mas, com os salários que eles estão a facturar, e a pouca exigência que o patrão Sic anda a evidenciar, quem é que se não aproveitava? Afinal, são artistas portugueses. Com ênfase no "portugueses" (e ainda dizem mal dos funcionários públicos, que se encostam e são calões e mainãoseioquê...)
Só valeu a pena para ver o nosso José Sousa a fazer de conta que é uma pessoa normal, e não um bonequinho de ventríloquo. Ai que galhofeiro, moderno (sem gravata!) e acessível que eu sou. Ai.
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I.
à roda das
9:26
11
a explicar
Arquivado em: Psicoterapias
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I.
à roda das
17:41
7
a explicar
Arquivado em: Histerismos
A Hipatia, que é uma querida super-fofa, e conhece o meu gosto em maldizer, atirou-me este desafio que consiste em libertar as vias biliares, atribuindo cartões vermelhos (ou encarnados, para os mais finos) ao que me apeteça. Chatice foi cortar para dez. Mal dei conta já ia em doze, e toda embalada. Mázinha qu’eu sou.
Cá vai:
1- Actos de higiene pessoal fora de portas – coisas como cortar as unhas, limpar orelhas, depilar sobrancelhas, não são para ser partilhadas com mais ninguém. Porque os outros não querem saber. A sério: não querem. Você não é assim tão importante, convença-se. Trate das suas coisinhas lá em casa e não as traga para a rua. (Já agora, se gosta de tirar burriés, faça-o na solidão e sossego do lar. Na rua, as pessoas usam uma coisa chamada “lenço”. Pesquise no google. Idem aspas para demais mucos.)
2 - Falta de civismo ao volante – podia entrar em teorias da treta, como a do prolongamento fálico, ou de a máquina aumentar o sentido de poder e controlo. Mas não. Quero lá saber da causa da coisa, estacionar em cima do passeio, passadeiras, curvas e paragens de autocarro é simples falta de civismo. Idem para paragens em segunda fila (com 4 piscas, a tentar convencer que é só um bocadinho ou uma urgência. pois deve ser, deve), cortar passagem à bruta, ultrapassar à balda, e apitar à maluca., Façam psicoterapia, tomem xanax, mas controlem-se, por favor.
3 – Ostentação – Odeio gente que adora ostentar. Não falo de gente que usa ou tem coisas caras/de marca, mas sim aqueles que fazem questão que toda a gente repare na etiqueta. Pessoas que associam prestígio às marcas que usam. Pessoas que substituem o substantivo pela marca da coisa, e dizem cenas como:
“o Land Rover tem que ir à revisão”;
“comprei um Hermès para fazer pendant com os Prada”;
“tenho que por a Burberry a limpar a seco”;
“credo, deixei o iphone na Vuitton”.
Esta gente também a-do-ra largar nomes de gente conhecida e supé-bem no meio da conversa mais corriqueira. Tudo amigos, claro. Ai que eu me defino por aquilo que tenho e com quem me dou. Gente deslumbrada e pequerruchita de ideias, portanto.
4 - Contrafacção – em contrapartida, não há coisa mais deprimente que ver um/a wannabe a ostentar a imitaçãozinha do produto de marca. O Tag da Praça de Espanha, a Vuitton da feira de Cascais. Como se alguém acreditasse que são verdadeiras, quando se passeiam no braço de gajas com extensões manhosas, nails de gel pintadas com pelo menos duas cores, a mascar chiclas com ar bovino. Deves. Comprar imitações é coisa de pobrezinho, de gente que não tem mas gosta de aparentar que pode. Cruzes canhoto, invistam o dinheiro numa consulta de dentista, olhem que vai fazer mais pela vossa imagem que uma porcaria de mala de imitação.
(Além disso os produtos contrafeitos são muitas vezes fabricados por trabalhadores muito mal pagos ou em regime de escravatura; a indústria da contrafacção é uma verdadeira economia paralela, que financia grupos extremistas e terroristas. Só para saberem o que andam a financiar.)
5 - Nail art – não sei quem teve a ideia, mas devia ser amarrado ao pelourinho e açoitado, antes de o/a esquartejarem. Coisa mais bera, mais horrível, mais coisinha! E não, não é arte. Não falo da unha de gel de comprimento razoável, pintadinha de uma só cor ou à francesa. Não. Falo das unhacas de metro e meio, muitas vezes enfeitadas com várias cores em desenhos duvidosos, e por vezes (o horror), com argolinhas ou brilhantes. Aquilo serve para quê, além de vazar vistas a alguns incautos? Tenham juízo e portem-se como umas senhoras, vá.
6 - Gente porquinha – que não acredita no banho diário (pelo menos um, vá), na lavagem regular da roupinha, no desodorizante, pasta de dentes e creme para pés. Às vezes penso que se trata de gente sem sentido do olfacto. Ou então já nem dão conta. Suspiro.
7 – Caloteiros – irrita-me profundamente o pessoal que vive à custa de crédito, não paga o que deve, e ainda acha que está a fazer um enooooorme favor ao banco em pagar o guito emprestado e respectivos juros. Sim, há gente que consegue gastar três ordenados num mês: o dito, o plafond e o eventual subsídio de férias. Às vezes também vai o cartão de crédito até ao limite. E gastam em quê, comidinha que é bom e faz falta? Coisinhas para a casa? Não, compram merdas (vejam-se os pontos 3 e 4, e sim, há muita gente a dar ares de fina e que deve mundos e fundos). Merdas de que não precisam e que não podem pagar, mas ei, não vão passar pela vergonha de comprar um carro em segunda mão quando o vizinho do 3º direito tem aquele modelo novinho em folha, não é? E o plasma até estava em promoção, era crime deixar ficar. Nervos.
8 – Gajos sem sentido do ridículo – Inclui homens depilados (mais do que as costas já é esquisito), com madeixas (cabelinho à Cristiano Ronaldo), cubinhos a imitar cristal nas orelhas, bonezito à banda e mal apoiado na mona, calças a cair pelo cu abaixo e a deixar ver os boxers, de t-shirt de alças ou sem mangas, ou justas coladinhas aos músculos. No canto oposto, temos franjas ridículas e lambidas, o pull over em tons pastel sobre os ombros, calça com bainha por cima do tornozelo, bermudas de quadrados, ou calças de cor garrida (piora se forem vincadas). Os primeiros costumam acompanhar as senhoras mencionadas no ponto 5, os segundos preferem a companhia das senhoras aludidas no ponto 3. E o pior é que esta gente é a que mais se reproduz.
9 – Gente que abandona animais ou os maltrata – malvados sem coração. É claro que também me põe doente o abandono ou outros maus tratos a crianças e velhotes, mas ao menos nestes casos a lei oferece protecção. No caso dos animais, é praticamente nula a sanção destes comportamentos. Incluo aqui os animais domésticos, de companhia, selvagens (em liberdade ou circos), e criação intensiva (agropecuária ou para companhia).
10 – Pessoas que encetam um novo frasco de champô ou gel de banho quando ainda há um nico no anterior. E deixam ficar o anterior na borda da banheira durante semanas. Aqui temos um caso em que a violência doméstica é perfeitamente justificada. Se eu me desse a este tipo de práticas, reiterada e repetidamente, ficava com medo de um dia acordar com as sobrancelhas rapadas. No mínimo.
E, das minhas queridas leitoras, passo isto a quem, hein? A quem quiser! Eia! Que boazinha. Mas olha que eu sei quem vocês são, as duas gandas malucas que cá vêm.
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à roda das
15:12
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I.
à roda das
15:39
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à roda das
11:48
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Arquivado em: Manias
Ou equipo o me-mobile com um dispositivo de localização à distância, ou passo a decorar onde raio o estaciono nos parques subterrâneos.
(só decoro a cor, as letras e númbaros varrem-se-me que é uma beleza)
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à roda das
18:20
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A continuar a lavar e desinfectar as mãos a este ritmo, pode ser a engane, mas de uma doença de pele não me safo.
* esta é candidata ao trocadilho fácil (e estúpido) da semana. ou do mês.
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I.
à roda das
14:05
0
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à roda das
11:44
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